Dia 1° de maio é o Dia Mundial do Trabalho. Neste feriado, é tempo de reconsiderar o valor e o real significado da palavra trabalho. A tendência é, cada vez mais, levar em conta um conjunto de estratégias e ações adotadas para criar um ambiente harmônico para o colaborador. O que há décadas era raro, de dez anos pra cá, tem se tornado cada vez mais comum, já que as empresas, hospitais e clínicas estão ponderando e reorganizando de forma estratégica e humana os pacotes de benefícios e desenvolvimento dos colaboradores.
A pesquisa “Tendências Globais de Capital Humano de 2018 – A ascensão da empresa social” confirma esse comprometimento das empresas com a qualidade de vida de suas equipes. Segundo o estudo, 43% disseram que programas para aperfeiçoar a qualidade de vida reforçam a missão e os valores organizacionais, 60% acreditam que tais práticas ajudam na retenção dos funcionários, e 61% disseram que ocorre a melhoria da produtividade e dos resultados financeiros.
Esses números mostram que é possível motivar os funcionários e engajá-los com suas tarefas diárias, e junto com isso garantir saúde e segurança no ambiente laboral, formando assim uma ótima equação para a saúde das organizações e, principalmente, das pessoas.
Como surgiu o dia do trabalho?
Também chamado de Dia do Trabalhador, o feriado de 1º de maio é carregado de história com início em 1886 nos Estados Unidos, quando os trabalhadores de Chicago organizaram uma manifestação reivindicando a redução da da jornada de trabalho para 8 horas diárias.
Em 1889, a Organização Internacional Socialista se reuniu em Paris e decidiu convocar anualmente manifestações para pedir a redução da jornada para 8 horas diárias, mas foi apenas em 1919, entretanto, que a França definiu a jornada de 8 horas diárias e proclamou o 1º de maio como feriado. Em 1920, a União Soviética também adotou o feriado e vários países seguiram o exemplo.