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22.04.2015

Sol danifica células da pele mesmo após a exposição

Estudo revela que os raios UV permanecem danificando a pele horas após o contato com a luz. Tanto o bronzeamento natural quanto o artificial seriam responsáveis por lesões em células da pele.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Yale (EUA) demonstrou que a luz solar causa danos no DNA ao longo de um prolongado período de tempo. Os raios ultravioletas do sol provocam lesões moleculares no DNA das células da pele. Essas lesões causam mutações e, às vezes, câncer. Acreditava-se que os danos ocorriam apenas quando a luz UV atingisse o DNA.

Os cientistas realizaram testes em ratos de laboratório e descobriram que essas células continuavam a sofrer lesões num período de até três horas depois de expostas aos raios UV. Segundo os estudos, este mesmo processo ocorre em células da pele humana. O efeito pode ser observado apenas em células que contêm melanina, pigmento da pele que tem a função de proteção dos efeitos nocivos dos raios UV.

No corpo, a luz UV age sobre duas enzimas que se combinam e formam um elétron dentro da melanina. Este elétron então é transferido para o DNA, onde as lesões ocorrem. Uma vez ativadas, as enzimas continuam a atuar por horas. Os cientistas acreditam que estas descobertas ajudarão na elaboração de protetores solares mais eficientes e que tenham efeitos mais prolongados no bloqueio dos raios UV ou na inibição das enzimas.  

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