BLOG

24.06.2015

A ressonância magnética na avaliação fetal

A ressonância magnética está se tornando uma ferramenta importante na avaliação de doenças pré-natais. Esta foi a definição apresentada na Reunião Anual da American Roentgen Ray Society (ARRS), este ano, em Toronto, Canadá.

Pesquisadores da Mayo Clinic e do Nemours Children Hospital em Jacksonville, Flórida, analisaram vários casos de ressonância magnética na avaliação da anatomia fetal e patologias, com o intuito de destacar a capacidade de diagnóstico da RM fetal. Nestes procedimentos, não foi utilizado o gadolínio (elemento químico utilizado para produzir o contraste em exames de ressonância magnética), o qual é feito tipicamente depois de gestação de 18 a 20 semanas.

As imagens para esta avaliação foram obtidas nas dependências do Nemours Children Hospital e na Mayo Clinic. As séries de imagens foram monitoradas e manipuladas em tempo real por um radiologista. As sequências foram obtidas nos planos axial, coronal e sagital em relação ao feto. "A ressonância magnética está desempenhando um papel cada vez mais importante na avaliação das doenças pré-natais complexas", disse o coautor da pesquisa, Kathleen E. Carey. "O uso de fortes intensidades de campo 3T pode permitir a melhoria da visualização da gordura subcutânea e estruturas ósseas, incluindo as mãos e os pés do feto em desenvolvimento", adicionou.

Os pesquisadores concluíram que, apesar do ultrassom ainda ser o principal método de coleta de imagem para a avaliação pré-natal do feto, a RM está desempenhando um papel cada vez mais importante na avaliação de doenças complexas pré-natais.

Texto readaptado e traduzido.
Fonte: Diagnostic Imaging



RECEBA NOVIDADES

Inscreva-se em nossa newsletter e receba todas as novidades sobre os cursos da Meddco